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Sex, 15 de Dezembro de 2017


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FISIONOMIA DE UM SANTO


 Dom Eliseu Maria Coroli, sacerdote Barnabita, Missionário na Amazônia, era de porte humilde e simples, irradiando  alegria e serenidade próprias de quem vive abandonado nas mãos do Pai.

 Seu semblante, seus olhos, seu sorriso, transmitia a paz da alma, influindo enormemente nas suas palavras e nos seus  gestos, transparência real de sua intimidade com o Pai do Céu, com o qual admitiu ter laços consanguíneos, a ponto de o tratar, normalmente, com a expressão”Papai”.

 O sorriso constante, sinal sensível de  sua ilimitada confiança em Deus Pai e em Cristo Ressuscitado, foi o companheiro inseparável de sua vida.

 Soube fazer-se amigo de todos, especialmente dos pobres e desamparados.
 Verdadeiro contemplativo-ativo, soube viver em contínua união com Cristo e ao mesmo tempo realizar a doação de sua vida em constantes atividades e grandes realizações missionárias.
 
 Enfrentou momentos difíceis em  sua vida sacerdotal e como pastor da vasta Prelazia que lhe foi confiada, procurando nestas dificuldades unir-se sempre aos sofrimentos de Jesus no Calvário, e a Jesus Ressuscitado, presente e vivo na Hóstia Consagrada.

 Preocupou-se de tal modo com o desenvolvimento integral da pessoa humana que  fundou obras as quais, mais tarde, seriam a continuação do seu ideal, tais como: escolas, creches, hospital, meios de comunicação social, etc..

 Amou ternamente à Virgem Maria a quem chamava com o doce nome de Mamãe.

 Conheceu profundamente a vida  de Santa Teresinha do Menino Jesus, procurando viver sua doutrina de “Infância Espiritual”.

MARCARAM SUA VIDA:

  • a alegria evangélica
  • a simplicidade e a  humildade
  • a força do querer
  • o espírito empreendedor
  • a vida de oração e vivência Eucarística
  • o afeto filial  para com a Virgem Maria
  • a devoção a Santa Teresinha
  • a devoção aos  Santos, “seus diletos”
  • a missionariedade